Polícia Polícia
PRF põe sigilo de 100 anos em processos contra agentes do caso Genivaldo
Homem morreu em 25 de maio em uma espécie de “câmara de gás” criada por patrulheiros da PRF, que jogaram gás no porta-malas de uma viatura onde ele foi colocado à força e mantido mesmo em meio aos gritos de desespero
23/06/2022 17h46 Atualizada há 4 anos
Por: Jessica de Camargos
Genivaldo de Jesus Santos foi asfixiado após o porta-malas de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal ser transformado em "câmara de gás". — Foto: Reprodução

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) impôs sigilo de 100 anos às informações sobre os agentes envolvidos na morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, em Umbaúba, Sergipe, no mês passado. A corporação alegou se tratar de “informação pessoal”.

 

Genivaldo morreu em 25 de maio em uma espécie de “câmara de gás” criada por patrulheiros da PRF, que jogaram gás no porta-malas de uma viatura onde vítima foi colocada à força e mantida mesmo em meio aos gritos de desespero por socorro, após ser abordada por estar sem capacete em uma moto. As informações sobre o sigilo da PRF são do Metrópoles