Cidade Comeu caco de vidro
SUSPEITA DE CACO DE VIDRO EM MERENDA ESCOLAR LEVA ALUNO AO HOSPITAL EM UBERLÂNDIA
Família afirma que criança de 10 anos apresentou ferimento na boca após refeição; Secretaria de Estado de Educação abriu apuração sobre o caso
24/06/2026 11h00
Por: Redação 02

Um aluno de 10 anos precisou ser levado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) após a suspeita de ter ingerido um fragmento de vidro encontrado na merenda servida na Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro, localizada no bairro Santa Luzia, em Uberlândia. O caso ocorreu na última segunda-feira (22) e está sendo investigado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG).

De acordo com relatos da família, ao menos três estudantes teriam encontrado pequenos fragmentos de vidro durante o horário do recreio, enquanto consumiam a refeição oferecida pela unidade de ensino. Um dos alunos percebeu um caco na boca e interrompeu imediatamente a alimentação. Outro estudante encontrou um fragmento maior no prato e entregou o material à supervisão da escola.

Já o filho de Layanne Lima de Oliveira afirmou ter sentido algo estranho ao engolir a comida. Ao chegar em casa, a família constatou um pequeno ferimento na boca da criança, aumentando a preocupação sobre uma possível ingestão do material.

Segundo a mãe, os estudantes acreditam que os fragmentos estavam misturados à carne moída servida no almoço. Diante da suspeita, o menino foi encaminhado ao HC-UFU, onde passou por exames médicos, incluindo uma endoscopia.

O procedimento não identificou a presença de fragmentos de vidro no organismo da criança nem constatou complicações relacionadas ao episódio. Apesar disso, os familiares seguem atentos ao estado de saúde do estudante e monitoram qualquer sinal que possa indicar consequências decorrentes da possível ingestão do material.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação informou que a direção da escola adotou as providências necessárias assim que tomou conhecimento da situação. O órgão também confirmou o envio de uma equipe de inspeção à unidade escolar para apurar as circunstâncias do ocorrido e verificar se houve falha no preparo ou na distribuição da alimentação oferecida aos estudantes.