
Um homem de aproximadamente 30 anos foi morto a tiros na tarde de quinta-feira (29), no bairro Mansour, na região oeste de Uberlândia. O homicídio aconteceu na Rua Rio Orinoco, pouco depois de a vítima se envolver em uma confusão em um bar da região. Segundo informações preliminares da Polícia Militar, o homem caminhava pela via pública quando foi surpreendido por uma pessoa em uma motocicleta vermelha, que se aproximou e efetuou disparos de arma de fogo. A vítima ainda tentou escapar, mas caiu na rua, enquanto o responsável pelo ataque fugiu.
Imagens de câmeras de segurança analisadas pelos policiais registraram momentos de uma discussão que antecedeu o assassinato. Durante a confusão, a vítima teria entrado em luta corporal com outra pessoa e sofrido agressões praticadas por uma mulher que utilizava uma haste. Após deixar o estabelecimento, o homem seguia pela rua apresentando ferimentos e sangramento no rosto. A principal linha de apuração busca esclarecer se o desentendimento está relacionado ao homicídio e identificar possíveis envolvidos.
De acordo com os primeiros levantamentos, pelo menos quatro disparos teriam sido efetuados durante o ataque, sendo que um deles atingiu a cabeça da vítima. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas, ao chegar ao endereço, constatou que o homem já estava sem vida. Policiais militares isolaram a área para preservar os vestígios do crime e permitir os trabalhos da perícia técnica. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Equipes da Polícia Militar realizaram buscas nas proximidades e iniciaram a análise de gravações de videomonitoramento para tentar identificar o autor dos disparos e o caminho utilizado na fuga. Conforme informações repassadas durante o atendimento da ocorrência, a vítima morava no próprio bairro Mansour, nas proximidades do local onde foi assassinada. A Polícia Civil deverá aprofundar as investigações para esclarecer a motivação, identificar o responsável e verificar se outras pessoas participaram do crime. Até a última atualização dos registros consultados, não havia confirmação de prisão relacionada ao homicídio.